As letras Ag em lima, com um contorno sobreposto e o asterisco da marca

Tipografia de marca: fontes que aguentam do outdoor ao story

Redação Kriativos · 2 min read

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A fonte certa carrega metade da personalidade da marca. Como escolher famílias que funcionam grandes e pequenas, no impresso e na tela.

In short

  • Uma família para títulos e outra para texto costuma bastar; às vezes, uma só.
  • Teste a fonte nos tamanhos extremos: gigante no outdoor, minúscula na legenda.
  • Confira a licença para uso comercial, web e aplicativo antes de fechar.

Quando se fala de marca, a atenção vai para o logo e para as cores. Mas é a tipografia que aparece em quase todas as peças: em cada título, cada legenda, cada slide. É ela que dá o tom antes de qualquer palavra ser lida.

Duas famílias, no máximo

Uma família com personalidade para os títulos e outra discreta para o texto corrido resolvem a maioria dos casos. Às vezes uma família só, com vários pesos, é ainda melhor: menos decisões, mais consistência.

O teste dos extremos

  • Grande: em tamanho de fachada, os detalhes da fonte aparecem. Ela continua bonita?
  • Pequena: em doze pixels no celular, ela continua legível?
  • Números: preço e data aparecem muito. Os algarismos são claros?
  • Acentos: fonte estrangeira às vezes tem acentuação ruim ou incompleta. Teste "ação", "você", "pão".
Fonte bonita que não se lê pequena é fonte de logo, não de marca.

Escala: tamanhos com regra

Tão importante quanto a fonte é a escala: quais tamanhos existem e quando cada um é usado. Sem ela, cada peça inventa o seu tamanho de título, e a marca perde unidade.

Licença

Fonte tem dono. Algumas são gratuitas para qualquer uso; outras exigem licença separada para impresso, site e aplicativo. Confira antes de adotar — trocar de fonte depois que a marca está na rua custa caro.

Frequently asked questions

Posso usar fontes do Google Fonts na minha marca?

Sim. A maioria tem licença aberta, que permite uso comercial no impresso, na web e em aplicativos.

Serifada ou sem serifa?

Não há regra. Serifadas costumam passar tradição e editorial; sem serifa, clareza e contemporaneidade. O que importa é a coerência com o resto da marca.

  • Tipografia
  • Fontes
  • Identidade visual
  • Branding

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